Você está fazendo algo útil ou está apenas fazendo algo? É comum confundir entusiasmo com utilidade! Às vezes pode ser legal brincar um pouco e criar algo bacana, mas em algum momento é preciso parar e se perguntar se isso também é útil. O bacana se esgota; o útil perdura.
2/14/2016
Por que você está fazendo isso?
Já se pegou trabalhando em alguma coisa sem saber exatamente por quê? "Porque alguém mandou" não é uma resposta satisfatória. É essencial conhecer as razões de cada tarefa. Para que serve? A quem vai beneficiar? Qual é a motivação? Saber as respostas para essas peguntas vai ajudar você a entender melhor o próprio trabalho.
Vale mesmo a pena?
O que você está fazendo vale mesmo a pena? Essa reunião tem uma boa justificativa para tirar X pessoas do trabalho durante uma hora? Vale a pena ficar trabalhando até tarde hoje ou dá para terminar isso amanhã? Você ganha algo ficando nervoso por causa do anúncio de um concorrente? Compensa gastar dinheiro com propaganda? DETERMINE o valor real do que você está prestes a fazer antes de dar o próximo passo!
Que outra coisa você poderia fazer?
O que você está deixando de fazer para trabalhar nisso? Quanto menor a equipe de trabalho, maior a importância dessa pergunta, afinal, com recursos limitados, a priorização passa a ser ainda mais importante!
Ex.: Se você se dedicar a A, ainda consegue fazer B e C até aquela data planejada? Caso contrário, não seria melhor fazer B e C em vez de A?
Quando algo o prende durante muito tempo, isso implica deixar de realizar várias outras coisas. Então devemos refletir se é mesmo necessário e importante que seja feito.
Existe uma solução mais fácil?
Faça essa pergunta sempre que for se dedicar a alguma tarefa. Em geral, os problemas são simples; nós é que imaginamos que eles requerem soluções complicadas.
Isso mudará o comportamento?
Você está trabalhando em um projeto que mudará alguma coisa de fato? Só acrescente o que tiver impacto real no modo como as pessoas utilizam seu produto.
1/21/2016
Que problema você está resolvendo?
O que deu errado? Os clientes estão confusos? Você está confuso? Há algo que ainda não esteja claro? Alguma coisa que não era possível antes é possível agora? Às vezes, ao se fazer essas perguntas, você descobre que está cuidando de um problema imaginário. Nesse caso, é hora de parar e reavaliar o que, afinal de contas, você está fazendo.
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