2/23/2017

o que é ser empreendedor? - Rafael Rueda Muhlmann

Você acredita que um bom profissional da moda deve se vestir mal? Ou que um bom nutricionista deve ser obeso? Ou que um bom mecânico deve viver com o próprio carro enguiçando?

Acho que isso tem acontecido no empreendedorismo. Muitas pessoas que nunca empreenderam estão virando conselheiros sobre o assunto e isso tem me chamado a atenção.

o que é ser empreendedor? - Rafael Rueda Muhlmann


Pois bem, muitas pessoas conhecem as coisas apenas na teoria, mas não conseguem colocar em prática aquilo que sabem. Assim, gostaria de pedir para você que está lendo esta postagem, que reflita sobre o assunto, pois nos últimos anos virou moda falar sobre empreendedorismo. Empreender é simplesmente realizar! Se alguém quer te ensinar empreendedorismo, peça a ela que primeiro conte um pouco sobre suas experiências e sobre o que já empreendeu! Assim você não corre o risco de assimilar informações equivocadas, passadas por pessoas que não sabem realizar, que nunca empreenderam, mas estão se dizendo especialistas no assunto!

Meu nome é Rafael Rueda Muhlmann e foi cursando segundo grau técnico em "Processamento de Dados", que aos 16 anos iniciei minha vida profissional através de um estágio no setor público. De lá para cá passei por altos e baixos, aprendendo lições vitais para chegar na situação confortável em que me encontro hoje. Minha vontade de prosperar sempre foi imensa, mas por muitos anos a falta de conhecimento e experiência me prejudicou bastante. 

Aos 32 anos de idade já havia passado por uma das maiores multinacionais do planeta (ExxonMobil), havia morado fora (EUA, Chile e Argentina) e ocupado cargos como o de Secretário Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de São José dos Pinhais (uma das cidades mais importantes do estado do Paraná).

Hoje, aos 41 anos de idade, me sinto muito a vontade para falar sobre o assunto empreendedorismo. Após muita leitura, viagens e busca por conhecimento, assunto para contar é o que não falta! Continuo aprendendo muito, lendo e buscando informação diariamente, mas posso dizer que tive e continuo tendo uma eclética experiência de vida e carreira, estando confortável para abordar uma variedade de temas relevantes para sua vida pessoal e profissional.

Tive diversos negócios até encontrar um que desse certo, mas reconheço que minha vida foi muito mais de erros do que de acertos. Por isso, acredito que a fórmula para se chegar ao sucesso inclui:

1 - Errar
2 - Aprender com seus erros da forma mais rápida possível
3 - Continuar tentando e errando quantas vezes forem necessárias até alcançar seu objetivo.

Por isso me sinto apto e qualificado para falar sobre o tema EMPREENDEDORISMO.

Sei que no Brasil agora virou moda ser empreendedor, ou melhor, querer ser empreendedor. Isso é bom, mas não há nada mais subjetivo do que alguém simplesmente se intitular como empreendedor, aliás, em que momento o empreendedorismo virou profissão? Você pergunta ao cidadão o que ele faz e a resposta é: - Sou Empreendedor! (Oi?) Ou o pior: - Hoje eu sou vendedor, antes eu era empreendedor! (Como assim?)

Fato, o termo empreendedor virou mainstream – que medo! E agora ser empreendedor é moda – que medo (elevado ao cubo). A frase, que me fez refletir sobre esse tema, foi durante um almoço, quando a mesa ao lado trouxe à tona a palavra empreendedorismo, onde um amigo dizia para o outro: - Cansei de ganhar pouco, agora eu vou empreender – no caso, até para que você entenda do que estamos falando, um dos amigos se queixava absurdamente do seu cargo/salário e estava pensando em pedir as contas para abrir o próprio negócio.

Existe uma ponte enorme entre ser empresário e ser empreendedor. Ou seja, ter um negócio é uma coisa, empreender é outra completamente diferente. Empreender é sinônimo de realizar, fazer acontecer. Um bandido, por exemplo, pode ser um empreendedor – quando ele empreende um assalto. Um viciado pode ser um empreendedor – quando ele empreende uma mudança. Em algum momento dos últimos anos as pessoas colocaram no empreendedorismo um estigma completamente equivocado, é aí onde mora o perigo.

Quando criei a página EMPREENDEDOR no facebook, minha intenção foi de ajudar pessoas a encontrar sua missão pessoal, oferecendo dicas de desenvolvimento pessoal e profissional. Mas preciso deixar claro aqui que o título empreendedor não é profissão, mas sim o sinônimo de alguém que realiza, que empreende.

A história do nosso amigo do restaurante, reflete exatamente o quanto as coisas podem se complicar… Se ele conhecesse o significado de empreendedor, e efetivamente FOSSE um, com certeza não estaria falando besteira sobre o assunto e possivelmente estaria realizado, com uma empresa lucrativa em funcionamento, ou em um cargo melhor e certamente mais realizado. Ser empreendedor, não significa simplesmente ter o próprio negócio ou ganhar mais. Ser empreendedor, significa ser realizador, logo, empreendedorismo é a arte de realizar.

Todos nós podemos ser empreendedores. Você pode ser um empreendedor de coisas supérfluas, de coisas pouco significativas, de coisas que não fazem a menor diferença para outras pessoas, ou você pode ser um empreendedor de resultados, de projetos, de sonhos, de negócios. Eu conheço muitos empresários que passam longe de serem empreendedores e conheço muitos funcionários extremamente empreendedores. Também conheço muitos empresários quebrados, sem perspectiva de futuro e muitos funcionários realizados com o que ganham.

Minha intenção é estimular as pessoas a compreenderem de fato o que é um empreendedor e o poder que isso pode lhe proporcionar em termos de auto-realização. A ideia não é termos milhares de empreendedores de coisas fúteis, mas sim empreendedores de grandes causas

Portanto, acredite: Você pode ser um empreendedor, mas se quiser obter sucesso com o empreendedorismo, descubra qual é o seu talento, seu dom e sua missão neste mundo, para compreender o que realmente vale a pena empreender!

Quem sou eu:

Rafael Rueda Muhlmann - Possuo formação nas áreas de Tecnologia, Gestão Pública e Magistério Superior, me especializando em desenvolvimento de negócios digitais, com a experiência de diversos cases de sucesso entre sites, blogs, e-commerce, produção e rentabilização de conteúdo.

Empreendedor Digital desde 2006, acredito que o verdadeiro empreendedorismo tem a força para mudar o Brasil e por isso me realizo compartilhando conhecimento com pessoas interessadas em aprender e empreender! Tive empresas de variados ramos e atividades, encontrando o caminho do sucesso somente após muitos erros e fracassos.

Estudioso das áreas de política, economia, relacionamentos, coaching, administração e marketing, realizo investimentos que vão além do mundo digital, tendo experiência adquirida e presença nos ramos empresariais, imobiliários e financeiros.

Apaixonado também pela vida pública, além das diversas atividades desenvolvidas nas horas vagas, já ocupei algumas funções públicas importantes e desde 2013 exerço a função de Secretário Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de São José dos Pinhais, um dos municípios mais importantes do Estado do Paraná.

Rafael Rueda Muhlmann - Empreendedor

Revolução silenciosa - Rafael Rueda Muhlmann

O mundo será muito diferente em pouco tempo. A maioria das pessoas ainda não se deu conta disso, sendo incapaz de perceber a revolução silenciosa que teve inicio nesta década.

Crie sua reputação e participe dessa revolução silenciosa - Rafael Rueda Muhlmann

Durante a primeira década do ano 2000, a principal dúvida de muitos empresários e executivos de relações públicas era estar ou não na Internet. Quase ao término dessa década e início da próxima, começaram a surgir as redes sociais e novamente a dúvida surgiu: participar ou não delas!

Ainda que pareça mentira, a menos de seis anos atrás a maioria dos executivos de relações públicas sequer imaginava as proporções de alcance que as redes sociais viriam a tomar e pasmem: muitos ainda não sabem utilizá-las!

Durante os últimos anos, redes como Twitter, YouTube, Google+, Facebook, Whatsapp e LinkedIn, mudaram a comunicação mundial e a forma como se faz relações públicas de pessoas e empresas. Muitas organizações foram inclusive obrigadas a criar cargos como de estrategistas digitais e gerentes de comunidade, e as áreas de comunicação tiveram que desempenhar novas atividades, deixando em segundo plano jornais e impressos. Adicionalmente a isso, surgiu um grande arsenal de ferramentas úteis para avaliar e medir o trabalho de relações públicas, como nunca antes havia sido possível.

Mesmo nas grandes corporações, muitos executivos de alto escalão ainda não se deram conta da importância destas mudanças e na maioria dos casos o trabalho de relações públicas continua sendo uma atividade secundária da área de marketing.

Um dos principais propósitos desta postagem, que em breve deverá virar parte de um livro que estou escrevendo, é demonstrar que o poder da Internet e das redes sociais no mundo atual, pode criar ou destruir em velocidade quântica a reputação de uma pessoa, produto, empresa, organização, dentre outras.

A facilidade de criar e compartilhar informação usando as redes sociais, ofereceu ao cidadão comum o poder de comunicar e avaliar pessoas, produtos e serviços de forma rápida e compartilhada. Desta forma, pessoas, empresas e governo devem aprender a conviver e adaptar a forma com que se comunicam.

A Internet mudou drasticamente a forma de se comunicar, operar e fazer negócios. Nas páginas do livro que estou escrevendo, pretendo mostrar  como estas mudanças estão acontecendo e como se preparar para conviver com este novo mundo.

Rafael Rueda Muhlmann.

2/05/2017

Como ter idéias de negócio - Rafael Rueda Muhlmann

O movimento empreendedor no Brasil é bastante relevante, principalmente porque temos aqui um elemento de grande destaque se comparado a outros empreendedores no mundo: a criatividade. Nossa população é muito criativa no que diz respeito a desenvolver soluções inusitadas para superar momentos críticos, provavelmente devido ao nosso histórico de crises. Inclusive, talvez seja a nossa criatividade o fator que mais influencie para o fato de o Brasil, hoje, ser o número um em empreendedorismo no mundo.

Veja como ter idéias de negócio:

Como ter idéias de negócio
Como ter idéias de negócio

Sair da sua Zona de conforto
Sair da sua Zona de conforto

Enfrentar dificuldades e urgências
Enfrentar dificuldades e urgências

Observar o que acontece ao seu redor
Observar o que acontece ao seu redor

Encontrar o que gostamos de fazer
Encontrar o que gostamos de fazer

Determinar o que fazemos melhor
Determinar o que fazemos melhor

Buscar necessidades por satisfazer
Buscar necessidades por satisfazer

Como ter idéias de negócio por Rafael Rueda Muhlmann.

1/07/2017

Crise x Empreendedores

Todos sabemos que o Brasil atravessa uma das maiores crises de sua história. Lamentavelmente, neste momento milhões de pessoas estão desempregadas e passam por dificuldades.


Com a recente desaceleração da economia brasileira, o impacto no setor empresarial é inevitável.

Mas o que observo, é que quando a economia encolhe, os empreendedores crescem! Devido à sua própria natureza, os empreendedores enxergam oportunidades onde a maioria vê obstáculos, desafios onde os outros veem limitações e possibilidades onde outros veem problemas. É por isso que eles são a maior esperança de um país para a criação sustentável de empregos e a volta do crescimento econômico.

Rafael Rueda Muhlmann

Queremos políticos sérios e comprometidos - chega de gastança!

Infelizmente no Brasil ainda temos muitos políticos que se servem das pessoas ao invés de servi-las!

Todo político eleito é essencialmente um servidor público e portanto deveria ser útil, pensar no bem estar comum, servir ao público e não se servir do público!

Os gastos com os cartões corporativos do governo federal superaram os R$ 52 milhões no ano passado (2016). Um valor muito alto e onde grande parte dos gastos são mantidos sob sigilo. Você também não acha que este sigilo dos cartões deveria ser quebrado por força de lei?




#mudabrasil #politicaseria

11/17/2016

A quarta revolução industrial

Profissões ficam obsoletas cada vez mais rápido.

Estamos vivendo uma revolução silenciosa, em que as coisas têm ficado obsoletas cada vez mais rápido. Alguns chamam este momento de 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL, enquanto outros nem se deram conta ainda deste fenômeno que se espalha mundo afora.

Quarta revolução industrial


Não só produtos e serviços desaparecem rapidamente sendo substituídos por novos formatos, mas industrias inteiras passam a ser engolidas por formatos mais eficientes de trabalho. Até poucos anos atrás era comum ver esse fenômeno ocorrer com produtos eletrônicos, evoluindo de forma visivelmente rápida. Comprava-se um computador, uma máquina fotográfica ou um celular novo e dentro de poucos meses novos modelos já estavam disponíveis, sempre mais bonitos, modernos, eficientes, e geralmente custando o mesmo valor.

Mas é importante salientar que neste momento, a mudança que vem ocorrendo passa a ser muito mais significativa, rápida e silenciosa, sendo muitas vezes incorporada no cotidiano das pessoas de forma quase imperceptível. Sim, talvez você, assim como muitas outras pessoas, ainda não se deu conta desta revolução. É fato que celulares, computação em nuvem, redes sociais e diversas outras inovações foram extremamente importantes, porém, todas essas tecnologias, que antes eram desenvolvidas de forma isolada, hoje são facilmente agrupadas e convergidas, produzindo soluções que vão muito além de transformar produtos e serviços. Elas na verdade transformam modelos de negócios. Substituem um jeito de trabalhar por outro. Atingem em cheio o coração da sociedade e fazem setores inteiros da economia, que vinham funcionando da mesma forma há anos, serem desafiados por pequenos empreendedores, dispostos a romper com o sedentarismo de certos setores por meio da criação de alternativas melhores e mais eficientes.

Em 1998, a Kodak tinha 170.000 funcionários e vendeu 85% de todo o papel fotográfico comercializado no mundo. No curso de poucos anos, o modelo de negócios dela desapareceu e eles abriram falência. O que aconteceu com a Kodak vai acontecer com um monte de indústrias nos próximos 10 anos, mas infelizmente a maioria das pessoas ainda não enxerga isso chegando. Nós poderíamos imaginar em 1998 que apenas 3 anos mais tarde passaríamos a não registrar mais fotos em filme de papel? Provavelmente não, no entanto, as câmeras digitais foram inventadas em 1975. As primeiras só tinham 10.000 pixels, mas seguiram a Lei de Moore. Assim como acontece com todas as tecnologias exponenciais, elas foram decepcionantes durante um longo tempo, até se tornarem imensamente superiores e dominantes em uns poucos anos. O mesmo acontecerá agora com a inteligência artificial, saúde, veículos autônomos e elétricos, com a educação, impressão em 3D, agricultura e empregos.

Bem-vindo à quarta Revolução Industrial! 

O software irá destroçar a maioria das atividades tradicionais nos próximos 5 a 10 anos.

O UBER é apenas uma ferramenta de software, eles não são proprietários de carros, mas são agora considerados a maior frota de transporte ou simplesmente na maior companhia de táxis do mundo. A AIRBNB é a maior companhia hoteleira do mundo, embora eles não sejam proprietários de nenhum hotel. 

Inteligência Artificial: Computadores estão se tornando exponencialmente melhores no entendimento do mundo. Neste ano, um computador derrotou o melhor jogador de GO do mundo, 10 anos antes do previsto.  Nos Estados Unidos, advogados jovens já não conseguem empregos. Com o WATSON, da IBM, você pode conseguir aconselhamento legal (por enquanto em assuntos mais ou menos básicos) dentro de segundos, com 90% de exatidão se comparado com os 70% de exatidão quando feito por humanos. Por isso, se você está estudando Direito, PARE imediatamente e reavalie seu investimento. Haverá 90% menos advogados no futuro, sendo que apenas especialistas permanecerão.  O WATSON já está ajudando enfermeiras a diagnosticar câncer, de forma quatro vezes mais exata e eficaz que enfermeiras humanas.



Veículos autônomos: Esse projeto é revolucionário, mas na verdade já é realidade, pois algumas dezenas de carros autônomos – sem motorista – já andam pelas ruas do Vale do Silício atualmente. Em 2018 os primeiros veículos dirigidos automaticamente aparecerão ao público. Você achou o Uber uma revolução? Pois bem, prepare-se, pois são drásticas as mudanças que ã comercialização de veículos autônomos causarão na vida de todos. Ao redor de 2020, a indústria automobilística completa começará a ser demolida. Você não desejará mais possuir um automóvel. Nossos filhos que hoje ainda tenham menos de 10 anos de idade, jamais necessitarão de uma carteira de habilitação ou serão donos de um carro. Isso mudará as cidades, pois necessitaremos de 90 a 95% menos carros para isso. Poderemos transformar áreas de estacionamento em parques.  Cerca de 1.200.000 pessoas morrem a cada ano em acidentes automobilísticos em todo o mundo. Temos agora um acidente a cada 100.000 km, mas com veículos autodirigidos isto cairá para um acidente a cada 10.000.000 de km. Isso salvará mais de 1.000.000 de vidas a cada ano.  A maioria das empresas de carros poderão falir. Companhias tradicionais de carros adotam a tática evolucionária e constroem carros melhores, enquanto as companhias tecnológicas (Tesla, Apple, Google) adotarão a tática revolucionária e construirão um computador sobre rodas. Sabe-se que os engenheiros da Volkswagen e da Audi estão completamente aterrorizados com a TESLA. Companhias seguradores terão problemas enormes, porque sem acidentes, o seguro se tornará 100 vezes mais barato. O modelo de negócios de seguros de automóveis desaparecerá. Os negócios imobiliários mudarão graças aos veículos autônomos. Pelo fato de poderem trabalhar enquanto se deslocam, as pessoas vão se mudar para mais longe para viver em uma vizinhança mais bonita. Carros elétricos se tornarão dominantes até 2020. As cidades serão menos ruidosas porque todos os carros rodarão eletricamente.

Eletricidade: Se tornará incrivelmente barata e limpa. A energia solar tem estado em uma curva exponencial por 30 anos, mas somente agora você pode sentir o impacto. No ano passado, foram montadas mais instalações solares que fósseis. O preço da energia solar vai cair de tal forma que todas as mineradoras de carvão cessarão atividades ao redor de 2025.  Com eletricidade barata teremos água abundante e barata. A dessalinização agora consome apenas 2 quilowatts/hora por metro cúbico. Não temos escassez de água na maioria dos locais, temos apenas escassez de água potável. Imagine o que será possível se cada um tiver tanta água limpa quanto desejar, quase sem custo. 

Saúde: O preço do Tricorder X (aparelho portátil que pode diagnosticar doenças em segundos) será anunciado este ano. Teremos companhias que irão construir um aparelho médico (chamado Tricorder da série Star Trek) que trabalha com o seu telefone, fazendo o escaneamento da sua retina, testando a sua amostra de sangue e analisando a sua respiração (bafômetro). Ele então vai analisar 54 bio-marcadores que identificarão praticamente qualquer doença. Assim como aconteceu com celulares e computadores pessoais, em poucos anos vai ser tão barato que as pessoas poderão ter acesso a medicina de padrão mundial praticamente de graça.

Impressão 3D: o preço da impressora 3D mais barata caiu de US$ 18.000 para US$ 400 em 10 anos. Neste mesmo intervalo, tornou-se 100 vezes mais rápida. Todas as maiores fábricas de sapatos começaram a imprimir sapatos 3D. Peças de reposição para aviões já são impressas em 3D nos aeroportos mais remotos.  A Estação Espacial tem agora uma impressora 3D que elimina a necessidade de se ter um monte de peças de reposição como era necessário anteriormente. No final deste ano, os novos smartphones terão capacidade de escanear em 3D. Em poucos anos você poderá então escanear o seu pé e imprimir sapatos perfeitos em sua casa. Na China, já imprimiram em 3D um edifício completo de escritórios de 6 andares. Lá por 2027, 10% de tudo que for produzido será impresso em 3D.

Oportunidades de negócios: Se você pensa em um nicho no qual gostaria de entrar, pergunte a si mesmo:  "SERÁ QUE TEREMOS ISSO NO FUTURO?" e se a resposta for SIM, como você poderá fazer isso acontecer mais cedo? Se não funcionar com o seu smartphone por exemplo, ESQUEÇA a ideia. E qualquer ideia projetada para o sucesso no século 20 estará fadada a falhar no século 21. 

Trabalho: 70-80% dos empregos desaparecerão nos próximos 20 anos.  Haverá uma porção de novos empregos, mas não está claro se haverá suficientes empregos novos em tempo tão exíguo.

Agricultura: haverá um robô agricultor de US$ 100,00 no futuro. Agricultores do 3º mundo poderão tornar-se gerentes das suas terras ao invés de trabalhar nelas todos os dias. A AEROPONIA necessitará de bem menos água. A primeira vitela produzida "in vitro" já está disponível e vai se tornar mais barata que a vitela natural da vaca ao redor de 2018. Atualmente, cerca de 30% de todas as superfícies agriculturáveis são ocupados por vacas. Imagine se tais espaços deixarem se ser usados desta forma. Há muitas iniciativas atuais de trazer proteína de insetos em breve para o mercado. Eles fornecem mais proteína que a carne. Deverá ser rotulada de FONTE ALTERNATIVA DE PROTEÍNA. (porque muitas pessoas ainda rejeitam a ideia de comer insetos). 

Dinheiro: Em poucos anos o dinheiro de papel será completamente substituído por dinheiro eletrônico. O BITCOIN (dinheiro virtual) ganha espaço a cada dia, podendo tornar-se dominante nos próximos anos e podendo até mesmo tornar-se uma moeda-reserva padrão.  

Longevidade: atualmente, a expectativa de vida aumenta uns 3 meses por ano.  Há quatro anos, a expectativa de vida costumava ser de 79 anos e agora é de 80 anos. O aumento em si também está aumentando e ao redor de 2036, haverá um aumento de mais de um ano por ano. Assim possamos todos viver vidas longas, longas, possivelmente bem mais que 100 anos. 

Educação: os smartphones mais baratos já estão custando US$ 10,00 na Ásia. Até 2020, 70% de todos os humanos terão um smartphone. Isso significa que cada um tem o mesmo acesso a informação e a educação de classe mundial. Cada criança poderá usar a academia KHAN para ver tudo o que uma criança aprende em escolas dos países de Primeiro Mundo.

Inovações: Não vão parar, sendo parte do cotidiano das novas gerações. Existe por exemplo um aplicativo chamado "moodies" (estados de humor) que já é capaz de dizer em que estado de humor você está. Até 2020 haverá aplicativos que poderão saber se você está mentindo pelas suas expressões faciais. Imagine um debate político onde estiverem mostrando quando as pessoas estão dizendo a verdade e quando não estão. Além disso, observe que desde já as pessoas têm aceitado a inovação muito mais rápido. Depois de ser inventada, a eletricidade por exemplo, demorou 46 anos para ser adotada por pelo menos 25% da população norte-americana. Foram necessários ainda 35 anos para ser adotado o uso do telefone, 31 para o rádio, 26 para a televisão, 16 para o computador, 13 para o celular e apenas 7 para a internet. Assim, tecnologia, empreendedorismo e uma rápida curva de adoção, formam uma combinação explosiva que afeta os tradicionais setores econômicos, transforma modelos de negócios inteiros e acelera o envelhecimento das coisas.

Conforme extraído do livro “Incansáveis” de Maurício Benvenutti, o mundo será muito diferente em pouco tempo:

“A Global Fortune 500 é um ranking publicado anualmente pela revista Forbes com as quinhentas maiores corporações do mundo de acordo com as suas receitas. É incrível ver como esse ranking muda ano a ano. E como essas mudanças são cada vez mais intensas. Das empresas listadas em 2000, 52% decretaram falência, foram compradas ou saíram da lista. Comparando com 1995, quando a publicação foi lançada, 88% dos negócios já estão fora da lista ou não existem mais. ”

Cada vez mais setores enfrentam o risco de serem completamente modificados ou até mesmo eliminados, através de inovação e da criação de negócios completamente desconhecidos, com ideias e soluções criadas por empreendedores em busca de oportunidade. Muitas destas soluções acabam por quebrar paradigmas, inaugurando novas culturas e padrões.

Também extraído do livro “Incansáveis” de Maurício Benvenutti:

Empreendedores descompromissados com as amarras e a burocracia da indústria desafiam não só empresas centenárias, mas também segmentos inteiros da economia e modelos de negócios tradicionais que funcionam da mesma forma há anos.

Não adiantou os hotéis reclamarem e tentarem se proteger. O Airbnb é hoje a maior rede de hospedagens do mundo. Taxistas brigam, fazem carreatas, bloqueiam ruas, protestam, mas o Uber modificou o transporte de pessoas para sempre. Grandes mídias sofrem diariamente com a perda de receitas para o Google, o atual número um do mercado mundial de publicidade. E a Apple mudou não só o negócio de celulares, mas também o de lanternas, relógios de pulso, despertadores, câmeras e música.

Assim, sempre que uma solução é aceita pela sociedade, não há como voltar atrás. Quem dita um mercado não são as empresas, são os consumidores. Se um modelo de negócio é visto como melhor do que outro, paciência. Sindicatos vão chiar. Indústrias vão reclamar. Mas todos esses movimentos, gerados pelo desespero de ver setores inteiros da economia desaparecerem, serão em vão. Não tem jeito. Quando um negócio não evolui, é só uma questão de tempo até ser substituído por outro.

O declínio da Kodak é um exemplo. Mesmo uma potência global da tecnologia e inovação, que inventou o filme fotográfico e depois a câmera digital, pode falhar se não conseguir responder de forma eficaz às novas tecnologias e tendências. A empresa liderou por anos o mercado de câmeras digitais, mas não sou antecipar quão rápido elas se tornariam commodities, com margens de lucro menores e uma quantidade imensa de competidores. No seu auge, chegou a ter 140 mil funcionários. Em 1996, era a quarta marca mais valiosa dos EUA, atrás apenas de McDonald´s, Coca-Cola e Disney. Em 2012, porém, entrou com pedido de falência.

Thomas Edison inventou a lâmpada elétrica e irritou os acendedores de lampião. Karl Benz inventou o carro e irritou carroceiros, A televisão irritou radialistas. E o computador irritou os datilógrafos. Já hoje, o WhatsApp irrita telefônicas, Tesla irrita petroleiros e Netflix irrita emissoras de TV. Enfim, o progresso é a esperança dos povos e o desespero dos acomodados.

Bom, você acha que apps como o Uber chacoalham o mundo, certo? Pois bem, o impacto que eles estão causando não se comparam ao tamanho das futuras transformações que vão ocorrer na sociedade. Existem inovações acontecendo em todas as áreas, sendo muitas já próximas de ganhar escala.

No futuro indústrias inteiras vão desaparecer enquanto novos padrões vão surgir. Será preciso se adaptar e quem não fizer isso ficará para trás.

No passado a invenção do trator e de outras máquinas agrícolas automatizou o trabalho nas fazendas e forçou milhares de pessoas a procurarem outras formas de sustento. Naquela época, se você perguntasse a um desses fazendeiros, expulsos de suas terras, o que eles achavam disso, muitos certamente diriam se tratar do fim dos tempos. A tecnologia havia tirado deles a única coisa que sabiam fazer na vida. E não havia clareza em relação ao que iria acontecer.

Contudo, à medida que novas competências foram exigidas, as pessoas se reinventaram e o mundo se transformou. Habilidades foram desenvolvidas, produtos e serviços foram inventados, indústrias inteiras foram construídas, empregos que não existiam passaram a existir, remodelando completamente o mercado de trabalho e de oportunidades.

Hoje, vivemos uma situação semelhante. Assim como os fazendeiros do passado, ao enxergar as novas tecnologias desafiando os tradicionais empregos e devastando os atuais modelos de negócios, a primeira reação de muita gente é o desespero. E quem tiver essa atitude certamente ficará defasado, pois a inovação é inevitável.

Por mais desconfiado que você seja em relação ao futuro, lembre-se como era a vida a cinquenta anos atrás, com uma expectativa de vida muito menor, trabalhos mais pesados, dificuldade de acesso a informações, sem celular, internet e computadores pessoais. As grandes inovações as vezes não parecem fazer muito sentido no início. Muita gente debochou de ideias inovadoras quando foram lançadas. O segredo para evitar o pensamento limitado e defasado a respeito dos avanços tecnológicos é ver potencial e oportunidade onde a grande maioria só enxerga pessimismo e desconfiança.


A chave para lidar com todas as mudanças que devem ocorrer nos próximos anos, não depende apenas da busca de novas oportunidades, mas também da nossa habilidade para enxergar o mundo com outros olhos, não subestimando a capacidade dos outros e vendo potencial até mesmo nas coisas mais malucas que se imagina.


11/02/2016

Sobre aprender a empreender

A melhor forma de aprender a empreender é, claro, tendo uma empresa. Porém, isso não quer dizer que é impossível obter conhecimentos por meio da teoria. Ao estudar a trajetória de grandes donos de negócio, por exemplo, é possível anotar acertos e erros. Assim, você já começa seu empreendimento com o pé direito, entendendo algumas receitas conhecidas para o sucesso. Para ajudá-lo em tal tarefa, leia conteúdos sobre empreendedores como Abilio Diniz, Bill Gates, Jack Ma, Jorge Paulo Lemann, Marcus Lemonis, Steve Jobs e outros que alcançaram sucesso.

A leitura sem dúvida é uma excelente fonte de conhecimento e pode abrir seus olhos para oportunidades que você ainda não consegue enxergar.