5/01/2016

Como vender o que você quiser para qualquer pessoa

Domingo de sol em Curitiba, apesar do friozinho que faz lá fora (12 graus) agora.

Bom, a postagem de hoje seria sobre como vender o que você quiser para qualquer pessoa utilizando apenas 3 passos bem simples de aplicar.

Mas ao invés de escrever, resolvi postar um vídeo sobre o assunto:



Rafael Rueda Muhlmann

Mas o que é a cidadania?

Nos dicionários, comumente explica-se cidadania como a prática dos direitos e deveres de um indivíduo em um Estado. Aliás, os poucos livros didáticos que tratam do tema ainda afirmam que os direitos e deveres de um cidadão devem andar sempre juntos, uma vez que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão. Desta forma descobrimos implicitamente que a cidadania revela um conjunto de direitos, meios, recursos e práticas que dá a pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do Governo de seu povo.

Cidadania só funciona com educação
Cidadania depende da educação de um povo

No decorrer da história da humanidade surgiram diversos entendimentos de cidadania em diferentes momentos – Grécia e Roma da Idade Antiga e Europa da Idade Média. Contudo, o conceito de cidadania como conhecemos hoje, insere-se no contexto do surgimento da Modernidade e da estruturação do Estado-Nação.

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada – um país – e que lhe atribui um conjunto de direitos e obrigações, sob vigência de uma constituição. Ao contrário dos direitos humanos – que tendem à universalidade dos direitos do ser humano na sua dignidade –, a cidadania moderna, embora influenciada por aquelas concepções mais antigas, possui um caráter próprio e possui duas categorias: formal e substantiva.

A cidadania formal é, conforme o direito internacional, indicativo de nacionalidade, de pertencimento a um Estado-Nação, por exemplo, uma pessoa portadora da cidadania brasileira. Em segundo lugar, na ciência política e sociologia o termo adquire sentido mais amplo, a cidadania substantiva é definida como a posse de direitos civis, políticos e sociais. Essa última forma de cidadania é a que nos interessa.

A compreensão e ampliação da cidadania substantiva ocorrem a partir do estudo clássico de T.H. Marshall – Cidadania e classe social, de 1950 – que descreve a extensão dos direitos civis, políticos e sociais para toda a população de uma nação. Esses direitos tomaram corpo com o fim da 2ª Guerra Mundial, após 1945, com aumento substancial dos direitos sociais – com a criação do Estado de Bem-Estar Social (Welfare State) – estabelecendo princípios mais coletivistas e igualitários. Os movimentos sociais e a efetiva participação da população em geral foram fundamentais para que houvesse uma ampliação significativa dos direitos políticos, sociais e civis alçando um nível geral suficiente de bem-estar econômico, lazer, educação e político.

A cidadania esteve e está em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre buscam mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas, e não se conformando frente às dominações, seja do próprio Estado ou de outras instituições.

No Brasil ainda há muito que fazer em relação à questão da cidadania, apesar das extraordinárias conquistas dos direitos após o fim do regime militar (1964-1985). Mesmo assim, a cidadania está muito distante de muitos brasileiros, pois a conquista dos direitos políticos, sociais e civis não consegue ocultar o drama de milhões de pessoas em situação de miséria, altos índices de desemprego, da taxa significativa de analfabetos e semianalfabetos, sem falar do drama nacional das vítimas da violência particular e oficial.

Conforme sustenta o historiador José Murilo de Carvalho, no Brasil a trajetória dos direitos seguiu lógica inversa daquela descrita por T.H. Marshall. Primeiro “vieram os direitos sociais, implantados em período de supressão dos direitos políticos e de redução dos direitos civis por um ditador que se tornou popular (Getúlio Vargas). Depois vieram os direitos políticos... a expansão do direito do voto deu-se em outro período ditatorial, em que os órgãos de repressão política foram transformados em peça decorativa do regime [militar]... A pirâmide dos direitos [no Brasil] foi colocada de cabeça para baixo”.

Nos países ocidentais, a cidadania moderna se constituiu por etapas. T. H. Marshall afirma que a cidadania só é plena se dotada de todos os três tipos de direito:

1. Civil: direitos inerentes à liberdade individual, liberdade de expressão e de pensamento; direito de propriedade e de conclusão de contratos; direito à justiça; que foi instituída no século 18;

2. Política: direito de participação no exercício do poder político, como eleito ou eleitor, no conjunto das instituições de autoridade pública, constituída no século 19;

3. Social: conjunto de direitos relativos ao bem-estar econômico e social, desde a segurança até ao direito de partilhar do nível de vida, segundo os padrões prevalecentes na sociedade, que são conquistas do século 20.

São considerados com alguns deveres do cidadão:
  • Votar para escolher os governantes;
  • Cumprir as leis;
  • Educar e proteger seus semelhantes;
  • Proteger a natureza;
  • Proteger o patrimônio público e social do País.

São considerados alguns direitos do cidadão:

  • Direito à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer, entre outros;
  • O cidadão é livre para escrever e dizer o que pensa, mas precisa assinar o que disse e escreveu;
  • Todos são respeitados na sua fé, no seu pensamento e na sua ação na sociedade;
  • O cidadão é livre para praticar qualquer trabalho, ofício ou profissão, mas a lei pode pedir estudo e diploma para isso;
  • Só o autor de uma obra tem o direito de usá-la, publicá-la e tirar cópia, e esse direito passa para os seus herdeiros;
  • Os bens de uma pessoa, quando ela morrer, passam para seus herdeiros;
  • Em tempo de paz, qualquer pessoa pode ir de uma cidade para outra, ficar ou sair do país, obedecendo a lei feita para isso.


Obviamente que estes direitos e deveres me parecem utópicos, infelizmente, da mesma forma que a lei não me parece igual para todos, porque na prática direitos e deveres acabam sendo desrespeitados. Aliás, se cada magistrado tem o direito de proferir uma sentença diferente, de acordo com seu livre pensamento e também livre interpretação que faz dos textos que compõe as leis, como podemos dizer que a lei poderia ser igual para todos? Alguns juízes são brandos em suas sentenças, enquanto outros são severos.


Mas para finalizar esta postagem, não posso deixar de registrar uma opinião pessoal a respeito do estudado, portanto, afirmo que estou convicto de que muitos brasileiros sequer sabem ou saberão um dia o que significa a palavra CIDADANIA!

cidadania


Se conseguirmos melhorar a política, com pessoas bem intencionadas, se conseguirmos mudar leis que na prática não funcionam e se cada um fizer a sua parte, quem sabe nossos netos, bisnetos ou tataranetos um dia conheçam a PLENA CIDADANIA!

Cidadania por Rafael Rueda Muhlmann.

3/25/2016

Como começar um negócio do zero

Sim, é possível começar um negócio do zero! Digo isso porque eu mesmo, Rafael Rueda Muhlmann, já tive esta experiência e fui bem sucedido. A história de diversos homens e mulheres de sucesso mostra isso. Se você fica desanimado quando pensa em tirar sua ideia do papel, lembre-se de que até mesmo grandes empreendedores como Bill Gates e Warren Buffet começaram sem nada.

Como começar um negócio do zero

A característica mais importante para em um negócio é acreditar e ter paixão pelo projeto. Ele deve sempre te deixar animado e até mesmo com brilho nos olhos.

Para começar um negócio do zero, é necessário que o seu custo inicial seja realmente muito baixo, próximo de zero ou se possível zero mesmo. Usando sua criatividade, você vai perceber que pode iniciar um negócio através de parcerias ou produzindo e vendendo o seu conhecimento, seja através de textos escritos, áudio, composições musicais, roteiros de filmes, animações, criação de jogos, palestras, softwares, geração de conteúdo, aulas virtuais, entre outras diversas opções. Certamente após algum tempo você deverá gerar caixa para empreender em quantas outras áreas desejar.

Após descobrir qual o projeto em que acredita, pesquise a respeito do mercado e coloque a mão na massa, dando início aos seus planos.

O empreendedor Lewis Howes fez uma lista para o site Entrepreneur com algumas dicas de como começar o seu negócio, achei interessante e por isso vou compartilhar nesta postagem.

1. Pesquise seu mercado

É essencial entender a concorrência e o mercado na hora de abrir sua empresa. Faça uma pesquisa profunda para se tornar um especialista no assunto.

Não fique desmotivado caso o mercado pareça competitivo demais. Você pode usar isso como uma vantagem. Um mercado inchado pode significar que muitas pessoas estão se dando bem nessa área de atuação. Ou seja, você também pode ser bem sucedido.

2. Tenha um objetivo

Muitos empreendedores costumam estabelecer novas metas a cada seis meses. Porém, é sempre importante ter uma meta principal a ser alcançada. Pense em qual é o seu objetivo maior e planeje dar um pequeno passo a cada dia para chegar lá.

3. Produza conteúdo que as pessoas queiram compartilhar

Buscar inspiração nas grandes empresas pode sempre ser algo interessante para alimentar suas ideias. Porém não se esqueça de produzir algo único para sua marca – principalmente se estivermos falando de um site próprio.

As pessoas gostam de sites com conteúdo diferenciado, que elas possam sempre acessar e compartilhar. Crie algo que seja uma referência para o público.

4. Faça uma lista de e-mails

E-mails ainda são uma das melhores formas de fazer o marketing online da sua empresa. A lista de mailing é uma das ferramentas mais importantes para um negócio.

Após desenvolver seu site, comece a captar os contatos das pessoas que visitarem sua página. Elas podem se tornar clientes em potencial para os seus produtos.

5. Crie produtos ou serviços que possam ser vendidos

Para atingir os objetivos financeiros da sua empresa você precisa ter algo para ser vendido ou monetizado. Desenvolva uma relação com a sua audiência e tente entender quais são as necessidades dela. Em seguida, crie algo que resolva os problemas dessas pessoas.

Empresas de sucesso estão sempre baseadas no princípio de que elas oferecem uma solução para as necessidades de seus clientes.

6. Comece agora!

Muitas pessoas perdem tempo pensando em como fazer as coisas serem perfeitas antes de lançarem o seu negócio. É um erro perder tempo se planejando excessivamente. Companhias de sucesso estão o tempo inteiro lançando novos produtos, mesmo que eles ainda não estejam perfeitos. A evolução e a experiência vão surgindo aos poucos.

Pense, por exemplo, no Facebook. A todo o momento eles estão fazendo mudanças no serviço deles. Comece hoje mesmo. Se não, talvez seus projetos nunca vão sair do papel.

Espero que os leitores aproveitem estas dicas.

Rafael Rueda Muhlmann.


3/14/2016

Manifestações em 13 de março de 2016

Milhões de pessoas nas ruas por todo o Brasil! Dia 13 de março de 2016 entra para a história! 
As manifestações deste domingo foram uma amostra de quanto as pessoas estão insatisfeitas com a forma de fazer política deste governo, baseado na corrupção, na enganação e na exploração do povo.
Política é feita de símbolos. Ninguém sabe disso melhor do que Lula, ele mesmo um símbolo ambulante. O símbolo de milhares, milhões de pessoas na rua gritando que o governo é corrupto é fortíssimo e que quer vê-lo derrubado. Praticamente insuperável. Não há governo que resista a isso, muito menos um governo fraco como o de Dilma Rousseff.
Goste-se ou não disso, este domingo foi mais um dia histórico na política nacional. A quantidade de gente que se dispôs a ir para a rua pedir a queda de Dilma é avassaladora. Na política profissional, isso deve se traduzir em votos pelo impeachment de Dilma – quem é o deputado que ousaria a se contrapor a um movimento desse tipo? Quanto mais gente na rua da sua cidade, mais o deputado tenderá a derrubar Dilma.


O problema do governo é não ter  mais símbolos para contrabalançar o peso dessas manifestações. Tinha o símbolo da economia pujante: ruiu. Tinha o símbolo da defesa dos pobres: já não vem colando mais. Tenta agora criar contrassímbolos, degradando na medida do possível o que a oposição conquistou. Prega que as passeatas não são tudo isso, ou por não serem realmente populares, e sim da elite; ou porque são golpistas. De novo, não está colando.

A esperança do lulismo era de que a afronta a Lula feita pela PF e pelo Ministério Público nos últimos dias seria motivo de reagrupamento do PT e suas bases. A jararaca, atacada, reagiria, e com ela levaria a multidão que sempre a acompanhou. Uma semana depois, as ruas se inundam de gente dizendo que não querem nem ouvir falar de Lula.


O governo já mostrou que não tem cacife para botar  mesmo contingente na rua. O que não quer dizer que vá desistir. Mas a reação parece cada vez mais improvável.


Enquanto isso, falta saúde, falta segurança, falta educação, falta de tudo! A economia brasileira segue cada dia pior, acelerando o número de desempregados, com a inflação subindo e o povo sofrendo! É hora de dar um basta neste governo!

2/14/2016

Dicas para ter boas ideias

Para mim, Rafael Rueda Muhlmann, idéia pode ser definida como conteúdo do pensamento, intenção, inovação! Acredito que são as boas idéias que criam valor no Mundo. 

Aproveito para recomendar aqui a leitura do livro "De zero a Um", do autor Peter Thiel, sobre como construir empresas que criem coisas novas. Este livro, apresenta uma visão otimista do futuro do progresso e uma maneira original de pensar sobre inovação, ensinando você a fazer perguntas que o levem a encontrar valor em lugares inesperados. Segundo Thiel: Fazer aquilo que já sabemos leva o mundo de 1 a n, apenas ampliando o que nos é familiar. Mas sempre que fazemos algo novo, vamos de 0 a 1.   

Bom, talvez você seja uma daquelas pessoas que andam com uma caderneta no bolso e vão anotando tudo o que passar pela cabeça. Se for, ótimo, pois as boas ideias normalmente surgem justamente nos momentos em que não estamos esperando.

A inspiração vem das nossas experiências, de tudo aquilo que já vivenciamos e podemos dizer que é a soma de tudo o que acontece em nossa vida. Pessoas que viajam, se divertem, leem e são abertas a novas experiências têm mais chances de serem criativas do que as pessoa que são acomodadas.

Muitos gestores de empresas ainda continuam presos e focados unicamente às questões administrativas, e portanto, esquecem e não valorizam aquelas pessoas mais criativas e que buscam ideias inovadoras. Elas pensam que as pessoas devem ter ideias apenas no momento em que for conveniente para a empresa. Mas, infelizmente, não funciona assim…
Um livro interessantíssimo e que serviu para que eu, Rafael Rueda Muhlmann, abri-se ainda mais minha mente para o tema, foi "Oportunidades Disfarçadas" do Autor Carlos Domingos, onde uma das lições encontradas é: ...se você anda preocupado, insatisfeito, perdido ou desanimado, aproveite: é desse terreno fértil que nasceram as idéias mais inovadoras do mundo dos negócios.
  
Já no livro “De onde vêm as boas ideias”, o autor Steven Johnson diz que as ideias revolucionárias levam anos para darem certo, pois precisam ser amadurecidas. E, normalmente, elas surgem do choque de dois pontos de vista diferentes.

Hoje, trago para vocês, 7 dicas que Johnson aponta em seu livro de como podemos ser mais criativos e inspirados:

1 – Tempo para pensar:
Não tenha pressa. O embrião de uma grande ideia pode levar anos. Se forma aos poucos. A ideia se alimenta de seu conhecimento.

2- Não existe eureca:

Não existe Eureka para se ter boas idéias

O nascimento de uma nova ideia é um processo difícil. Acontece quando rejeitamos ou reaproveitamos ideias antigas em novas combinações.

3 – A vida é melhor em grupo:
Se nos isolamos, corremos o risco de ficar presos a certos conceitos. Quando a informação circula, criamos uma rede fluida, inteligente e receptiva a novidades.

4 – Perder o foco é importante:

Perder o foco é bom para se ter boas idéias

Nem sempre ficar obcecado com um problema é a melhor saída para resolvê-lo. As ideias gostam de uma dose de dispersão. Elas podem amadurecer durante o sono, durante o banho…
DICA: Tenha um hobby.

5 – Adapte as ideias:

Adapte as idéias para ter Boas Idéias

As boas ideias são flexíveis e se adaptam aos desafios. Elas costumam viver fora do território da rotina.

6 – Não rejeite o erro:
Ideais que parecem boas podem falhar no momento em que são colocadas em prática, encontram obstáculos e morrem. Os erros servem para adubar o terreno onde vão nascer outras ideias.

7 – Bagunça organizada:
É importante anotar tudo sem catalogar. Ideias, citações, sonhos… Vale tudo! Assim é possível combinar os pensamentos e imaginá-lo de outros jeitos. Você pode usar um programa de computador, um aplicativo ou um bloco de notas.

Bom, agora basta colocar essas 7 dicas em prática e esperar pelas boas ideias!

Rafael Rueda Muhlmann

Razões para desistir

É muito fácil baixar a cabeça e se dedicar apenas ao que você acha que precisa ser feito! Muito mais difícil é levantar a cabeça e perguntar por que você está executando uma determinada tarefa!



Faça a si mesmo as seguintes perguntas fundamentais para garantir que esteja trabalhando no que realmente importa:


Faça a si mesmo (e aos demais interessados) essas perguntas repetidamente para todos os projetos em andamento ou que irá inciar. Não é necessário transformá-las em um processo formal, mas o importante é te-las sempre em mente!

Eu, Rafael Rueda Muhlmann, nunca tive medo de agir com base nas conclusões a que cheguei com base nestas perguntas. Diversas vezes elas me fizeram rever conceitos e abandonar projetos fadados ao fracasso. Às vezes abandonar o que se está fazendo é a melhor saída, mesmo que você já tenha se empenhado bastante. Não gaste seu tempo valioso com trabalho inútil!


Você está agregando valor?

Agregar alguma coisa é fácil; agregar VALOR é difícil. 


Você está se dedicando a algo que realmente tornará seu produto mais valioso para os clientes? Eles vão tirar mais proveito dele do que antes? Há algumas coisas que parecem agregar valor mas que, na realidade, o subtraem.Por exemplo, ketchup de mais pode estragar sua batata frita. A chave do valor é o equilíbrio.